Rede dos Conselhos de Medicina
Ipasgo anuncia quitação de faturas de setembro e outubro em 6 de fevereiro

REUNIÃO IPASGO 25 01 19Dia 6 de fevereiro próximo. Essa foi a data definida pelo presidente do Instituto de Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Goiás (Ipasgo), Sílvio Antônio Fernandes Filho, para a quitação das faturas referentes a outubro de 2018 devidas aos prestadores de serviços de saúde (pessoas físicas e pessoas jurídicas) credenciados pelo órgão. Nesta data, os médicos, hospitais, clínicas, laboratórios e demais estabelecimentos credenciados, que ainda não receberam as faturas de setembro de 2018, também serão pagos.

Quanto aos serviços de saúde prestados em novembro passado aos cerca de 600 mil beneficiários do Ipasgo, que deveriam ter sido pagos agora em janeiro, segundo o presidente Sílvio Fernandes, será apresentado um cronograma de quitação a ser elaborado após negociações com os prestadores. Esse compromisso foi firmando pelo presidente na manhã desta sexta-feira, 25, na sede do Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego), durante reunião com representantes dos prestadores de serviços de saúde.

O encontro foi organizado pelo Comitê das Entidades Médicas do Estado de Goiás (Cemeg), grupo formado pela Academia Goiana de Medicina (AGM), Associação Médica de Goiás (AMG), Cremego e Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (Simego), para debater e reivindicar a atualização do pagamento dos serviços prestados pelos médicos e estabelecimentos de serviços de saúde.

A reunião, presidida pelo coordenador do Cemeg, Salomão Rodrigues Filho, contou com as presenças de diretores das entidades que integram o comitê e, ainda, da Federação dos Hospitais, Laboratórios, Clínicas de Imagem e Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Estado de Goiás (Fehoesg), Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Estado de Goiás (Sindhoesg), Associação dos Hospitais do Estado de Goiás (Aheg), Associação dos Hospitais Privados de Alta Complexidade do Estado de Goiás (Ahpaceg), Sindicato dos Laboratórios de Análises e Bancos de Sangue no Estado de Goiás (Sindilabs), Sindicato das Clínicas Radiológicas, Ultrassonografia, Ressonância Magnética, Medicina Nuclear e Radioterapia no Estado de Goiás (Sindimagem) e Cooperativa dos Médicos Anestesiologistas de Goiás (Coopanest-GO).

No início do encontro, todos os diretores manifestaram preocupação com os atrasos nos pagamentos, que vêm ameaçando o funcionamento das unidades de saúde e colocando em risco a continuidade do atendimento aos beneficiários do Ipasgo. Eles foram unânimes ao reivindicar a quitação dos débitos vencidos.

O presidente do Ipasgo citou que o instituto enfrenta dificuldades financeiras e trabalha para saná-las. “Peço um voto de confiança neste momento e não vamos sacrificar nem os beneficiários nem os prestadores”, garantiu, antes de anunciar a quitação dos débitos de setembro e outubro e afirmar que vai debater com as entidades um cronograma para pagar novembro.

Para o presidente do Cremego, Leonardo Mariano Reis, que falou em nome dos médicos após a reunião, e para Carlos Alberto Ximenes, presidente da Fehoesg, que falou em nome dos estabelecimentos de saúde, o anúncio do pagamento de setembro e outubro trouxe maior segurança aos prestadores. “Vamos aguardar essa quitação, dando um voto de confiança ao Ipasgo”, disse Ximenes. Leonardo Reis observou que a expectativa, agora, é de normalização de todos os pagamentos.

 

 CREMEGO NA MÍDIA

 

TV SERRA DOURADA

 

Crise no Ipasgo

 http://linearclipping.com.br/cfm/site/m012/noticia.asp?cd_noticia=56763419

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TV RECORD

 

Novo presidente do Ipasgo anuncia pagamento

 http://linearclipping.com.br/cfm/site/m012/noticia.asp?cd_noticia=56762733

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O POPULAR

 

Ipasgo deve pagar dívida de R$ 122,9 mi em fevereiro

SAÚDE Falta de perspectiva sobre atrasados fez com que profissionais suspendessem atendimento; Cremego diz que serviços serão normalizados

O presidente do Instituto de Assistência dos Senadores Públicos de Goiás (Ipasgo), Silvio Fernandes, informou, durante reunião na manhã de ontem com representantes dos prestadores de serviços de saúde, que realizará o pagamento de R$ 122,9 milhões para a rede credenciada no dia 6 de fevereiro. O valor é referente a repasses atrasados dos meses de setembro (R$ 10,7 milhões) e outubro (R$ 112,2 milhões). Na reunião, que ocorreu na sede do Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego), também ficou definido que o Ipasgo deve informar em fevereiro cronograma de pagamento dos meses de novembro e dezembro. Os repasses do instituto para a rede credenciada são feitos, em média, 60 dias após a execução dos serviços.

Presidente do Cremego, Leonardo Mariano Reis avalia positivamente as decisões tomadas na reunião. "Isso dá garantia para que os prestadores possam continuar realizando os serviços. O custo assistencial existe e as contas chegam. Se não tiver fluxo de caixa, o profissional tem de trabalhar no vermelho", disse o presidente.

O presidente confirmou que o atraso e a falta de definição em relação às datas comprometeram o trabalho de determinados profissionais. "Alguns serviços já estavam no limite de suas contas, principalmente os de alta complexidade. Estavam gastando sem ter data para receber. O conselho recebeu ofícios de profissionais que estavam suspendendo o serviço por contra própria", explica Leonardo. De acordo com o presidente, com a perspectiva de receber os valores atrasados no início do próximo mês, a situação deve voltar ao normal.

Silvio Fernandes afirma que o Ipasgo não foi notificado formalmente sobre nenhum tipo de paralisação. "Determinados profissionais podem tomar esta decisão. O usuário precisa registrar o problema na ouvidoria, quando for o caso. Tudo está correndo normalmente", disse Silvio.

A técnica industrial Geilizete Marques Barbosa Araújo, 38, encontrou dificuldades para auxiliar a mãe, Marlene Maria Marques Barbosa, 64, a marcar consulta com um alergista pelo Ipasgo. "Tentamos marcar e falam para ligar no início do mês, porque todas as vagas sempre estão preenchidas. Isso acontece há meses e ainda não conseguimos a consulta", conta.

DÉFICIT

Reportagem publicada pelo POPULAR ontem mostrou que o Ipasgo deixou de receber R$ 272,677 milhões do Tesouro Estadual, em atrasos que acumulam desde 2002.0 déficit mensal é de R$ 10,5 milhões. Diante do cenário, Silvio afirma que a equipe realiza diagnóstico para equilibrar as contas. "A partir do momento que sou presidente, sou responsável por buscar soluções. Todo problema identificado será de conhecimento de todos. Vamos ter transparência total", afirma o presidente.

Ao longo dos anos, as dificuldades financeiras do Ipasgo criaram demandas entre os prestadores de serviços. Apesar de a discussão ter ficado para outro momento, pontos como o valor cobrado por consultas e exames está entre os assuntos que os profissionais e empresas desejam tratar com a administração do instituto. O presidente da Federação dos Hospitais, Laboratórios, Clínicas de Imagem e Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Estado de Goiás (Fehoesg), Carlos Alberto Ximenes, explica que atualmente as consultas custam R$ 50 e R$ 75. Exames, como o raio-X e ultrassonografia, têm o mesmo preço, segundo o presidente, há mais de 10 anos.

Mesmo diante das dificuldades, Carlos Alberto afirma que o compromisso firmado na reunião deu segurança para a continuidade do trabalho. "O presidente foi muito transparente quando aos problemas do Ipasgo. Estávamos preocupados com isso e não esperavamos que a resposta seria tão rápida. Estamos dando voto de confiança. Tudo estava dependendo da reunião, que correu muito bem", disse.

Ex-gestor contesta dados

O ex-presidente do Ipasgo,

José Carlos Siqueira, divulgou nota ontem respondendo à alegação do atual gestor da instituição, Silvio Fernandes, de que o instituto poderá ter um déficit de R$ 126 milhões em 2019. A informação foi publicada em reportagem da edição de ontem do POPULAR. Segundo José Carlos, em março são realizadas a revisões das contribuições dos usuários do sistema de saúde do Ipasgo, o que aumentará a sua arrecadação, a depender dos porcentuais a serem aplicados. "Quando o presidente do Ipasgo coloca em evidência dívidas com a rede credenciada, de setembro a outubro, no valor de R$ 122,9 milhões, não deixa claro para a reportagem que recebeu em 2 de janeiro R$ 78,9 milhões em caixa, além de um crédito superior a R$ 40 milhões da folha de pagamento de novembro, cujo recolhimento ao Ipasgo é obrigatório neste mês de janeiro, e mais R$16 milhões numa contado Ipasgo no Banco do Brasil paraaconclusãodo Hospital do Servidor e outras despesas", diz a nota. O valor de R$78 milhões em caixa foi informado pelo POPULAR.

José Carlos ainda afirmaque entre as dívidas do Estado com o Ipasgo, referentes aos programas sociais, citadas na reportagem, apenas a de atendimento de pacientes radio acidentados é efetiva e deve ser paga pela Secretaria Estadual da Saúde. "Convém lembrar também que uma emenda à Constituição Estadual, de 1997, isentou os aposentados do Estado do pagamento de contribuição ao Ipasgo, sem transferir para o Tesouro estadual esta obrigação", disse.

Ontem à noite, o Ipasgo divulgou nota em que "refuta análises baseadas em hipóteses de caixa" e reafirma o déficit do instituto. (Karla Araújo)

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DAQUI

 

IPASGO anuncia pagamento

INSTITUTO DEVE FAZER REPASSES ATRASADOS À REDE CREDENCIADA ATÉ O DIA6 DE FEVEREIRO

O Instituto de Assistência dos Servidores Públicos de Goiás (Ipasgo) vai realizar o pagamento de R$ 122,9 milhões para a rede credenciada no dia 6 de fevereiro. A informação foi dada ontem pelo presidente do instituto, Silvio Fernandes, durante reunião com representantes dos prestadores de serviços de saúde.

O valor é referente a repasses atrasados dos meses de setembro (R$ 10,7 milhões) e outubro (R$ 112,2 milhões). Na reunião, que ocorreu na sede do Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego), também ficou definido que o Ipasgo deve informar cm fevereiro cronograma dc pagamento dos meses de novembro c dezembro. Os repasses do instituto para a rede credenciada são feitos, cm média, 60 dias após os serviços.

Presidente do Cremego, Leonardo Mariano Reis avalia positivamente as decisões tomadas na reunião. "Isso dá garantia para que os prestadores possam continuar realizando os serviços. O custo assistência 1 existe e as contas chegam. Sc não tiver fluxo de caixa, o profissional tem que trabalhar no vermelho", disse.

Silvio Fernandes afirma que o Ipasgo não foi notificado formalmente sobre nenhum tipo de paralisação. "Determinados profissionais podem tomar esta decisão. O usuário precisa registrar o problema na ouvidoria, quando for o caso. Tudo está correndo normaImentc", disse Silvio.

A técnica industrial Gilizete Marques Barbosa Araújo, de 38 anos, encontrou dificuldades para auxiliar a mãe, Marlene Maria Marques Barbosa, de 64, a marcar consulta com um alergista pelo Ipasgo. "Tentamos marcar e falam para ligar no início do mês, porque todas as vagas sempre estão preenchidas. Isso acontece há meses e ainda não conseguimos a consulta", conta.

DÉFICIT

Reportagem do DAQUI nesta semana mostrou que o Ipasgo deixou de receber R$ 272,677 milhões do Tesouro Estadual, cm atrasos desde 2002.0 déficit mensal é de R$ 10,5 milhões. Diante do cenário, Silvio afirma que a

Se realiza diagnóstico para pagar as contas. "Todo problema identificado será de conhecimento de todos. Vamos ter transparência total", afirma.

"Estamos dando voto de confiança. Tudo estava dependendo da reunião, que correu muito bem", disse o presidente da Federação dos Hospitais, Laboratórios, Clínicas de Imagem c Estabelecimentos de Serviços de Saúde (Fchoesg), Carlos Ximenes.

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JORNAL OPÇÃO

 

Novo presidente do Ipasgo anuncia pagamento da dívida com rede credenciada

Os pagamentos deveriam ter sido realizados em dezembro de 2018, mas ficaram como dívidas para a nova gestão do órgão

O presidente do Instituto de Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Goiás (Ipasgo), Silvio Fernandes, anunciou o pagamento da dívida de R$ 122,9 milhões com a rede credenciada para o próximo dia 6 de fevereiro. Os valores devidos aos prestadores de serviços de saúde (pessoas físicas e pessoas jurídicas) credenciados pelo órgão são referentes ao mês de outubro e parte de setembro do ano passado.

Esses pagamentos deveriam ter sido realizados em dezembro de 2018, mas ficaram como dívidas para a nova gestão do Ipasgo. O novo calendário para a quitação do débito foi divulgado na manhã desta sexta-feira, 25, após reunião, na sede do Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) com as presenças do presidente do Ipasgo, Silvio Fernandes e integrantes do Comitê das Entidades Médicas do Estado de Goiás (Cemeg), grupo formado pela Academia Goiana de Medicina (AGM), Associação Médica de Goiás (AMG), Cremego e Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (Simego).

O encontro foi promovido pelas entidades de saúde para debater e reivindicar a atualização do pagamento dos serviços prestados pelos médicos e estabelecimentos de serviços de saúde. Para o presidente do Cremego, Leonardo Mariano Reis, que falou em nome dos médicos após a reunião, o anúncio do pagamento de setembro e outubro trouxe maior segurança aos prestadores. Segundo ele, a expectativa, agora, é de normalização de todos os pagamentos.

O presidente da Federação dos Hospitais, Laboratórios, Clínicas de Imagem e Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Estado de Goiás (Fehoesg), Carlos Alberto Ximenes, disse que o serviço continua normalmente.

"A explanação do novo presidente do Ipasgo foi transparente, nos mostrou realmente o que está acontecendo no instituto e nos deu as respostas que queríamos saber sobre os pagamentos. O presidente foi bem transparente e nos mostrou que até o dia 6 de fevereiro pagará o mês de outubro e restante de setembro. Então, não vejo motivo nenhum para que se pense em paralisação neste momento", afirmou Ximenes.

O presidente do Ipasgo, Silvio Fernandes, mostrou as dificuldades financeiras que o instituto está enfrentando. Além da dívida com os prestadores de serviço, há um déficit mensal de R$ 10,5 milhões. Também impacta negativamente nas contas do órgão a dívida acumulada pelo Governo do Estado, no período entre 2012 e 2018. Neste período, a administração estadual deixou de repassar ao Ipasgo o equivalente a R$ 272,6 milhões referentes aos programas sociais e à contribuição periódica, que recolhida da folha salarial do servidor público para o custeio da assistência em saúde.

Os valores recolhidos dos servidores entre novembro e dezembro de 2018 não foram repassados e somam R$ 89.239.090,16. O presidente do Ipasgo, Silvio Fernandes, afirmou, durante a reunião, que está tomando medidas para sanear a situação financeira do órgão. "Peço um voto de confiança neste momento e não vamos sacrificar nem os beneficiários nem os prestadores", garantiu ao afirmar que vai debater com as entidades um cronograma para pagar novembro.

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MAIS GOIÁS

 

Ipasgo apresenta cronograma de pagamento da rede credenciada

Previsão é de que os valores atrasados sejam pagos no dia 6 de fevereiro

O presidente do Ipasgo, Sílvio Antônio Fernandes Filho, apresentou durante reunião com representantes do Comitê das Entidades Médicas do Estado de Goiás (Cemeg), na manhã desta sexta-feira (25), o cronograma inicial de pagamento das faturas referentes a 2018. De acordo com ele, pessoas físicas e jurídicas da rede credenciada receberão no dia 6 fevereiro o valor de R$ 10, 7 milhões  e R$ 112, 2 milhões, referente ao mês de setembro e outubro, respectivamente.

Sílvio afirmou que a situação das parcelas de novembro está sendo estudada e a dívida será quitada quando houver recurso disponível da Secretaria de Fazenda. "Vamos fazer o planejamento com base no fluxo de entrada de recursos. No momento que tivermos essa certeza nos comprometemos em estar reunindo nos próximos 15 dias para firmar um novo compromisso", disse.

Silvio Fernandes contou que o Ipasgo passa por uma situação crítica. Segundo ele, o governo anterior não teria repassado cerca de R$ 89 milhões da parte consignada, além de ter deixado uma dívida de programas no valor de R$ 183 milhões. Sílvio falou ainda que é preciso planejar um novo cronograma com cautela e responsabilidade, sem deixar de honrar uma série de outros compromissos, como a manutenção da área administrativa, por exemplo.

Entidades

Para o presidente da Federação dos Hospitais, Laboratórios e Clínicas de Imagem do Estado de Goiás, Carlos Alberto Ximenes, a reunião foi fundamental para a continuação das atividades dos credenciados. "Foi uma explicação bem transparente. Nos mostrou a real situação do Ipasgo e nos deu as respostas que queríamos com relação ao pagamento. Não há motivo para a suspensão dos serviços", disse.

Leonardo Mariano Reis, presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego), também avaliou a negociação como positiva e garantiu que os atendimentos não serão cancelados. "Agora nós temos a certeza do recebimento de parte dos meses atrasados. Temos mais segurança de trabalhar posto que o presidente já se comprometeu com estes pagamentos. Em princípio não haverá interrupção justamente por esta previsão", afirmou.

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CREMEGO

 

Ipasgo anuncia quitação de faturas de setembro e outubro em 6 de fevereiro

Dia 6 de fevereiro próximo. Essa foi a data definida pelo presidente do Instituto de Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Goiás (Ipasgo), Sílvio Antônio Fernandes Filho, para a quitação das faturas referentes a outubro de 2018 devidas aos prestadores de serviços de saúde (pessoas físicas e pessoas jurídicas) credenciados pelo órgão. Nesta data, os médicos, hospitais, clínicas, laboratórios e demais estabelecimentos credenciados, que ainda não receberam as faturas de setembro de 2018, também serão pagos.

Quanto aos serviços de saúde prestados em novembro passado aos cerca de 600 mil beneficiários do Ipasgo, que deveriam ter sido pagos agora em janeiro, segundo o presidente Sílvio Fernandes, será apresentado um cronograma de quitação a ser elaborado após negociações com os prestadores. Esse compromisso foi firmando pelo presidente na manhã desta sexta-feira, 25, na sede do Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego), durante reunião com representantes dos prestadores de serviços de saúde.

O encontro foi organizado pelo Comitê das Entidades Médicas do Estado de Goiás (Cemeg), grupo formado pela Academia Goiana de Medicina (AGM), Associação Médica de Goiás (AMG), Cremego e Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (Simego), para debater e reivindicar a atualização do pagamento dos serviços prestados pelos médicos e estabelecimentos de serviços de saúde.

A reunião, presidida pelo coordenador do Cemeg, Salomão Rodrigues Filho, contou com as presenças de diretores das entidades que integram o comitê e, ainda, da Federação dos Hospitais, Laboratórios, Clínicas de Imagem e Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Estado de Goiás (Fehoesg), Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Estado de Goiás (Sindhoesg), Associação dos Hospitais do Estado de Goiás (Aheg), Associação dos Hospitais Privados de Alta Complexidade do Estado de Goiás (Ahpaceg), Sindicato dos Laboratórios de Análises e Bancos de Sangue no Estado de Goiás (Sindilabs), Sindicato das Clínicas Radiológicas, Ultrassonografia, Ressonância Magnética, Medicina Nuclear e Radioterapia no Estado de Goiás (Sindimagem) e Cooperativa dos Médicos Anestesiologistas de Goiás (Coopanest-GO).

No início do encontro, todos os diretores manifestaram preocupação com os atrasos nos pagamentos, que vêm ameaçando o funcionamento das unidades de saúde e colocando em risco a continuidade do atendimento aos beneficiários do Ipasgo. Eles foram unânimes ao reivindicar a quitação dos débitos vencidos.

O presidente do Ipasgo citou que o instituto enfrenta dificuldades financeiras e trabalha para saná-las. “Peço um voto de confiança neste momento e não vamos sacrificar nem os beneficiários nem os prestadores”, garantiu, antes de anunciar a quitação dos débitos de setembro e outubro e afirmar que vai debater com as entidades um cronograma para pagar novembro.

Para o presidente do Cremego, Leonardo Mariano Reis, que falou em nome dos médicos após a reunião, e para Carlos Alberto Ximenes, presidente da Fehoesg, que falou em nome dos estabelecimentos de saúde, o anúncio do pagamento de setembro e outubro trouxe maior segurança aos prestadores. “Vamos aguardar essa quitação, dando um voto de confiança ao Ipasgo”, disse Ximenes. Leonardo Reis observou que a expectativa, agora, é de normalização de todos os pagamentos.

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NEWS GO

 

José Siqueira esclarece declaração sobre déficit de R$ 126 milhões no Ipasgo

O ex-presidente do plano disse que "em março são realizadas a revisão das contribuições dos usuários do sistema de saúde do Ipasgo, o que aumentará a sua arrecadação, a depender dos porcentuais a serem aplicados"

Representantes do Comitê das Entidades Médicas do Estado de Goiás (Cemeg), se reuniu nesta sexta-feira, 25, com o grupo formado pela Academia Goiana de Medicina (AGM), Associação Médica de Goiás (AMG), Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) e Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (Simego), para debater com presidente do Instituto de Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Goiás (Ipasgo), Sílvio Antônio Fernandes Filho, o cronograma de pagamento das faturas referentes a 2018, já vencidas e ainda não quitadas.

Na ocasião, foi defino quitação da dívida de R$ 122,9 milhões com os prestadores de serviços de saúde (pessoas físicas e pessoas jurídicas) credenciados pelo órgão, no dia 6 de fevereiro. Nesta data, os médicos, hospitais, clínicas, laboratórios e demais estabelecimentos credenciados, que ainda não receberam as faturas de setembro de 2018, também serão pagos.

O presidente do Ipasgo citou que o instituto enfrenta dificuldades financeiras e trabalha para saná-las. "Peço um voto de confiança neste momento e não vamos sacrificar nem os beneficiários nem os prestadores", garantiu, antes de anunciar a quitação dos débitos de setembro e outubro e afirmar que vai debater com as entidades um cronograma para pagar novembro.

Por meio de nota, o ex-presidente do Ipasgo, José Carlos Siqueira, esclareceu sobre o déficit de R$ 126 milhões deixado em 2019. Além de explicar sobre a realização das revisões das contribuições dos usuários do sistema de saúde do Ipasgo.

Leia nota na íntegra:

Quando o atual presidente do Ipasgo evidencia que, se nada for feito, o Instituto poderá ter um déficit de R$ 126 milhões em 2019, sabe-se que em março são realizadas a revisão das contribuições dos usuários do sistema de saúde do Ipasgo, o que aumentará a sua arrecadação, a depender dos porcentuais a serem aplicados.

Quando o presidente do Ipasgo coloca em evidência dívidas com a rede credenciada, de setembro a outubro, no valor de R$ 122,9 milhões, não deixa claro para a reportagem que recebeu em 2 de janeiro R$ 78,9 milhões em caixa, além de um crédito superior a R$ 40 milhões da folha de pagamento de novembro, cujo recolhimento ao Ipasgo é obrigatória neste mês de janeiro, e mais R$ 16 milhões numa conta do Ipasgo no Banco do Brasil para a conclusão do Hospital do Servidor e outras despesas.

Por força de contrato legal, os prestadores do Ipasgo recebem dois meses após os serviços prestados aos usuários e faturados para o Instituto. Portanto, os valores devidos em novembro devem ser pagos neste mês de janeiro. Os de dezembro, em fevereiro próximo. O presidente do Ipasgo afirma na reportagem que ainda analisa como irá pagar as despesas de novembro com os prestadores de serviço. Só não deixa claro que a receita de janeiro do Instituto permite arcar com estas obrigações.

Quanto às dívidas do Estado com o Ipasgo, referentes aos programas sociais, citadas na reportagem, apenas a relativa ao atendimento de pacientes radioacidentados é efetiva e deve ser paga pela Secretaria Estadual da Saúde. Convém lembrar também que uma emenda à Constituição Estadual, de 1997, isentou os aposentados do Estado do pagamento de contribuição ao Ipasgo, sem transferir para o Tesouro estadual esta obrigação.

Esclareço tais fatos para afirmar que o Ipasgo é viável administrativamente e financeiramente com uma boa gestão. Mas, como qualquer outro plano de saúde ou sistema equivalente no Brasil, necessita o reequilíbrio do valor das contribuições dos usuários, considerando o custo dos serviços prestados pelo Instituto. Enfatizo ainda que o Ipasgo, por sua natureza e missão, não visa lucro.

O cenário administrativo goiano vive momentos em que declarações têm visado mais confundir a sociedade, gerando clima de apreensão e medo, do que esclarecer a real situação do Estado. A população goiana não merece que suas autoridades gerem preocupações e alarmismos desnecessários. Merece e precisa que as mesmas se preocupem em gerir bem o Estado, como foco no bem comum.

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(Rosane Rodrigues da Cunha/ Assessora de Comunicação Cremego 25/01/19 - atualizada 28/01/19)

 
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