Rede dos Conselhos de Medicina
Cremego fiscaliza outra empresa que intermediava consultas

O “melhor instituto assistencial” e “a solução para quem não tem convênio”. Assim, uma empresa recentemente inaugurada em Goiânia se apresentava a possíveis clientes interessados no agendamento de consultas médicas, exames e outros procedimentos na “maior rede de parceiros e benefícios para quem não tem plano de saúde”.

Em uma vistoria realizada na sede da empresa, o Cremego constatou que a mesma não é registrada no Conselho e atua como uma intermediadora do trabalho médico, o que é vetado pelo Código de Ética Médica, por resoluções do Cremego e do Conselho Federal de Medicina. A empresa cobrava diretamente do paciente, descontava dos honorários médicos uma taxa pela intermediação e encaminhava o cliente aos consultórios e clínicas “credenciados”.

O Cremego não teve acesso à lista dos chamados “parceiros”. Foi dado um prazo à empresa para a correção das irregularidades constatadas e, caso isso não aconteça, a unidade poderá sofrer uma interdição ética.

O Conselho aproveita para, novamente, orientar a classe médica goiana sobre a proibição da participação em serviços de intermediação do trabalho médicos, tanto no que se refere ao agendamento de consultas e encaminhamento de pacientes quanto ao uso de cartões de desconto, cartões de fidelização e outros instrumentos promocionais relacionados ao trabalho médico.

Leia mais sobre o assunto.

Médicos não devem aderir a cartões de desconto

 

 

 

(Rosane Rodrigues da Cunha/Assessora de Comunicação Cremego 01/03/17)

 
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