O presidente do Cremego, Salomão Rodrigues Filho, e o presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto Luiz d´Avila, estiveram no Senado no dia 20 de setembro, acompanhados por representantes da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), Associação Médica Brasileira (AMB) e do deputado Waldir Cardoso. Eles reuniram-se com os senadores Eunício Oliveira (CE), Paulo Davim (RN) e Antonio Carlos Valadares (SE) para tratar do projeto de lei que regulamenta a medicina.

A expectativa do presidente do Cremego é que o projeto, aprovado na Câmara em 2009 e em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, onde aguarda parecer do senador Antonio Carlos Valadares, seja aprovado ainda em 2011.

Para ser votado na Comissão será necessária a realização de uma audiência pública, que o senador Eunício Oliveira afirmou que realizará com brevidade e de forma democrática. Os representantes dos médicos ressaltaram a importância da participação de todas as profissões da área da saúde neste debate.

O senador Antonio Carlos Valadares garantiu que vai buscar o equilíbrio na elaboração do seu parecer e assegurou que agirá dentro do princípio do interesse público. Ele afirmou que após ouvir as manifestações e debates na audiência pública vai concluir o seu parecer e apresentá-lo para discussão e votação na CCJ.

No dia 21 de setembro, as entidades médicas nacionais – CFM, Fenam e AMB – participaram de reunião informal no Congresso Nacional, em Brasília, com deputados e senadores. Foram horas de discussão em torno da agenda prioritária para a saúde e a medicina brasileira. O grupo fortaleceu os laços e firmou compromisso de desenvolver ações conjuntas em benefício da sociedade.

Para o presidente do CFM, os médicos estão cada vez mais envolvidos com o processo de formulação política em busca de uma melhor assistência à saúde da população. “Defendemos a saúde brasileira porque entendemos que a sociedade necessita de um atendimento de qualidade. Lutamos também pela dignidade médica e o respeito ao trabalho médico”.

Um dos assuntos debatidos foi a paralisação nacional contra as operadoras de planos de saúde que mantém postura abusiva e antiética na relação com os profissionais realizada no dia 21 de setembro. Os médicos tiveram a oportunidade de entregar as reivindicações da categoria aos 34 parlamentares presentes e ouvi-los sobre o assunto. (Com informações: CFM e blog Waldir Cardoso)

 

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