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As condutas práticas em casos de Transtorno do Espectro Autista (TEA) foram tema de um curso promovido pelo Cremego, na noite da última quinta-feira (5).

A professora convidada foi a médica neurologista pediátrica e psiquiatra infantil Maria das Graças Nunes Brasil (CRM/GO 1.387 | RQE 2.652 | RQE 2.651 | RQE 7.216).

Médicos e acadêmicos de Medicina puderam aprender quais são os critérios de diagnóstico, por exemplo, o característico isolamento capaz de causar prejuízos no aspecto social.

“O diagnóstico do autismo é dimensional e não categorial. É preciso que os sintomas sejam suficientemente intensos a ponto de impactar a funcionalidade”, ressaltou ela, alertando para não confundir o transtorno com traços de personalidade do paciente.

“Vamos fazer diagnóstico com base no exame clínico, neurológico e psicológico. Não podemos fazer diagnóstico com base em escalas”, definiu ela, que é professora de Neuropsicologia e Psicofarmacologia no Curso de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás),

A respeito dos tratamentos, Maria das Graças esclareceu sobre o uso de terapias educacionais de base comportamental, além do auxílio de intervenção farmacológica, no alívio dos sintomas.

“Suspeitou (de TEA)? Inicie a intervenção. O maior impacto é antes dos cinco anos de idade, em razão da plasticidade cerebral”, orientou a respeito do tratamento precoce, mas também sobre ter cuidado com práticas não comprovadas cientificamente.

Por fim, a médica destacou a importância do acolhimento às famílias e tratamento individualizado, a fim de melhorar a qualidade de vida da criança e também de quem a rodeia.

A aula completa estará disponível, em breve, no canal do Cremego no Youtube.

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