Testes rápidos em farmácias vão expor funcionários e pacientes, diz sindicato

O presidente do Cremego, Leonardo Mariano Reis, fala sobre a liberação de testes rápidos de diagnóstico de Covid-19 em farmácias.

“Farmácia não é laboratório, não é hospital e não tem estrutura para material contaminado”, afirma Leonardo Mariano Reis, presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego). Além disso, ele explica que não existem testes disponíveis nem para os laboratórios. “Os laboratórios estão com procura para a sorologia e não tem. Os fornecedores não. Não adianta liberar para farmácia. Isso é bobagem”, informa.

Para o presidente do Cremego, essa aprovação se trata de um interesse das farmácias para abrir outros atendimentos, que são próprios de laboratórios e clínicas, em um momento de “caos”. “Querem abrir uma janela, para depois escancarar uma porta”, acusa. “Não é lugar de fazer sorologia, análises clínicas. Teste de Covid-19 não é teste de gravidez.” Ele diz, ainda, que este não é o momento de se aproveitar da situação para angariar mais serviços, clientes, ou seja, mais dinheiro.

“O ambiente não está preparado para receber doentes. Expõe outros clientes, torna-se um ambiente insalubre, fora o risco de funcionários ao manipular sangue, material contaminado.” Por fim, Leonardo reforça que a medida não vai adiantar, pois há possibilidade de realização de testes em massa. “Não há disponível.”

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