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No final de outubro, após uma vistoria de rotina realizada pelo Setor de Fiscalização do Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) no Hospital e Maternidade Santa Margarida, localizado em Palmeiras de Goiás, o Cremego comunicou à Superintendência Estadual de Vigilância Sanitária sobre a precariedade das condições de funcionamento da unidade, de propriedade do médico Pastor Contreras Zambrana. Na vistoria realizada no dia 29 de outubro, a fiscalização constatou falhas, como:  Falta de Comissão de Controle de Infecção Hospitalar atuante;  Deficiências nas condições de higiene nos consultórios médicos, que não tinham sabão líquido nem papel toalha;  Ausência de monitor cardíaco, máscaras laríngeas e sala de recuperação pós-anestésica no centro cirúrgico;  Falhas no controle de qualidade da esterilização de materiais;  Medicamentos com data de validade vencida;  Prontuários médicos incompletos sem dados sobre anamnese, prescrição e evolução do paciente, além de falta de identificação do médico assistente;  Lavanderia fora dos padrões da Vigilância Santiária. Foi dado um prazo de 30 dias ao médico Pastor Contreras Zambrana para a correção das falhas encontradas. Ele não respondeu ao ofício do Cremego. O Conselho também enviou cópia do relatório da Fiscalização à Vigilância Sanitária, que no dia 14 de novembro comunicou ao Cremego a interdição do hospital.

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