A interdição da Central de Materiais e Esterilização (CME) do Hospital Materno Infantil (HMI), feita no dia 25 após inspeção de auditores da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Goiás (SRTE-GO), levou o Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) a, mais uma vez, reforçar a necessidade urgente de regulação de pacientes encaminhados para a unidade.

Há cerca de um mês, no dia 26 de abril, o Cremego chamava a atenção dos gestores da área da saúde para os problemas decorrentes da fragilidade na regulação dos pacientes, o que vinha levando à superlotação do Materno Infantil com a ocupação de leitos por pacientes que poderiam ser atendidos em outras unidades.

O presidente do Cremego, Leonardo Mariano Reis, ressalta que o Materno Infantil deve receber apenas de casos de média e alta complexidade, que correspondem ao perfil do hospital. Os atendimentos básicos em pediatria, obstetrícia e ginecologia devem ser prestados pelos Cais.

Em reunião realizada no dia 25 com representantes do Cremego, da diretoria do Materno Infantil, da Secretaria Estadual de Saúde, Vigilância Sanitária, Procuradoria do Estado e sindicatos dos trabalhadores na saúde e de condutores de ambulância, a auditora fiscal do trabalho Jacqueline Carrijo alertou que vai fiscalizar o encaminhamento de pacientes para o hospital, verificar se o transporte foi realizado de forma correta e apurar a responsabilidade dos médicos que encaminharem pacientes sem a devida regulação e em transporte inadequado.

 

 

(Rosane Rodrigues da Cunha/Assessora de Comunicação – Cremego 29/05/17 )

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